Di Ferrero revela referências musicais em passagem pelo SANA

O cantor Di Ferrero foi a principal atração musical do SANA, o maior evento de cultura geek das regiões Norte e Nordeste do Brasil. Aos 40 anos, o artista subiu ao palco para apresentar ao público o repertório de seu trabalho solo. Uma jornada que já rendeu três álbuns de estúdio, expandindo suas fronteiras musicais para além do rock que o consagrou.

Após mais de 13 anos como integrante de uma das bandas mais populares do país, Di Ferrero aproveitou a liberdade da carreira solo para explorar novas vertentes. O resultado dessa busca pode ser conferido em seus trabalhos mais recentes, que apresentam uma sonoridade muito plural.

Do pop ao R&B, sem esquecer o rock

Em suas faixas, é possível identificar referências que transitam de forma muito natural entre o pop e o R&B. Claro, sem abandonar os elementos característicos do rock, que seguem como a principal base de sua identidade.

Antes de iniciar sua performance no SANA, o cantor reservou um momento para atender aos fãs e conversar com a imprensa em seu camarim. Durante o encontro, ele compartilhou detalhes de suas experiências de vida e abriu o jogo sobre os discos que considera fundamentais para sua formação como músico.

Ao falar sobre suas preferências, Di destacou clássicos do gênero que o projetou. Ele citou bandas como Green Day, Os Paralamas do Sucesso e Nirvana, por exemplo, com destaque para o álbum “Nervermind”, como itens indispensáveis em sua lista de favoritos.

Contudo, o músico ponderou que seus gostos e percepções passam por transformações ao longo do tempo, permitindo a entrada de sonoridades inesperadas em seu radar.

Di Ferrero mencionou um álbum considerado improvável para alguém historicamente associado ao rock: “Clube da Esquina”, clássico de Milton Nascimento e Lô Borges.

Por outro lado, ao citar um dos maiores clássicos da música brasileira como influência, Di mostra o caráter eclético que tem definido sua nova fase e a profundidade das referências que moldam seu atual estágio criativo.

Carreira após o NX Zero

Desde sua saída do NX Zero, em 2017, os artista tem concentrado seus esforços em novas composições e trabalhos a fim de permitir sua continuidade nos palcos, sua grande paixão.

No passado, ele revelou que este período foi marcado pelo desenvolvimento de um hábito rigoroso: o de compor constantemente. Mesmo com bastante tempo dedicado à composição, que por sinal é bastante produtivo, nem todas as canções acabam integrando seus projetos autorais.

Além disso, algumas composições que não se encaixam na proposta estética atual, são entregues a outros artistas, o que mostra sua versatilidade como compositor.

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