O mercado brasileiro de games está entre os 15 mais importantes do mundo. Isso tanto pela arrecadação bilionária de receitas de hardware, acessórios e jogos, quanto pelo número de jogadores. Estima-se que, atualmente, o país tenha mais de 120 milhões de entusiastas de jogos eletrônicos — entre os mais apaixonados e casuais, que se divertem de forma mais despretensiosa.
Além de apresentar números sólidos ao longo dos últimos anos, o Brasil tem chamado a atenção de grandes empresas do segmento por apresentar tendência de crescimento constante. O mercado local não é tão forte, como o de economias mais desenvolvidas, como América do Norte e Europa, por exemplo. Porém, vem sendo acompanhado de perto pelos principais players do setor.
Pouco mais da metade dos jogadores do país (ao invés de consoles ou PC) jogam em dispositivos móveis, como smartphones e tablets. Os dispositivos são mais acessíveis e possuem bibliotecas com opções muito diversas. Assim, acaba atraindo até quem não é muito familiarizado com o universo dos games.
Brasil no ranking
De acordo com a Newzoo, em 2025, o país do futebol voltou a figurar entre os dez países com maiores receitas de videogames. Assim, ocupa a nona posição com uma arrecadação de US$ 2,7 bilhões (R$ 14,4 bilhões). Este número posiciona o Brasil como o principal mercado de games da América Latina, à frente do México — outro mercado muito forte, (US$ 2,6 bilhões).
Os maiores mercados globais são China e Estados Unidos, respectivamente. Juntos, os dois países, que travam uma batalha comercial e tecnológica, são responsáveis por mais da metade de toda a receita global de videogames.
Neste segmento, Japão e Coreia do Sul, que ocupam respectivamente terceira e quarta posição, surpreendem por terem populações pequenas, mas ainda assim movimentarem quantias bilionárias todos os anos. Isso se deve às propriedades intelectuais consolidadas, além de, é claro, uma forte cultura de jogos das duas nações.
Especialistas defendem que investimento em tecnologias emergentes, como a realidade virtual, ou em outras tendências lucrativas como o segmento de eSports, são alguns dos fatores recentes que impulsionam o mercado de games nos dois países asiáticos.
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